São Paulo – Verão 2017/2018: Confira quais Praias Paulistas estão aptas a balneabilidade e como é medida a qualidade de suas águas.

Confira quais Praias Paulistas estão aptas a balneabilidade e como é medida a qualidade de suas águas.

 

 

O Verão para maioria dos paulistas é sinônimo de praia. A melhor época para de sair de casa, viajar e aproveitar as águas do mar sob muito sol. Por causa disso, a atenção se volta para as condições de balneabilidade das praias, a qualidade de suas águas.

 

 

 

Em 2017 verificou-se uma melhora na qualidade das praias registrando, até o momento, cerca de 43% delas que permaneceram próprias o ano todo. Em 2016 essa porcentagem foi de 37%. Assim, pelo quarto ano consecutivo foi registrado um aumento das praias próprias o ano todo. Sendo que em 2013 eram apenas 15%.

 

 

 

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB avalia a qualidade das praias semanalmente, coletando amostras de água do mar nos finais de semana, em 167 pontos, distribuídos em 150 praias de Ubatuba a Ilha Comprida, além de 7 praias na Ilha Anchieta.

 

 

 

Mapa de Qualidade das Praias.

 

 

Para saber as condições das praias clique na foto:


Clique no Mapa e veja a Qualidade das Praias

 

 

O trabalho começa com a coleta de amostra de água, feita por uma equipe de sete técnicos, que partem de pontos estratégicos, localizados no litoral norte e sul do estado. Em cada praia o técnico entra no mar, até a altura da cintura, e coleta a água, em um frasco esterilizado, a 20 cm abaixo da superfície.

 

 

 

Ao final do dia, depois de percorrer todas as praias, as amostras são levadas, para os laboratórios das Agências Ambientais de Cubatão e Taubaté, para a realização de análises microbiológicas. Mensalmente, são analisadas cerca de 700 amostras de água, o que corresponde a um total de 8500 amostras por ano.

 

 

 

Análise Laboratorial

 

 

Para as análises microbiológicas as amostras de água do mar são filtradas em membranas, com porosidade inferior ao tamanho das bactérias, de modo que estas, se presentes na amostra, ficam retidas.

 

 

Em seguida, essas membranas são colocadas em placas com meio de cultura específico, para o crescimento das bactérias indicadoras de poluição fecal. Elas ficam incubadas por 24h e depois é feita a leitura, que é a contagem do número de colônias dessas bactérias indicadoras de contaminação fecal.

 

 

 

O resultado, expresso em Unidades Formadoras de Colônias (UFC/100mL) é comparado com os critérios estabelecidos na legislação específica

 

 

Histórico do Programa

 

 

 

O Programa de Balneabilidade das Praias Paulistas é desenvolvido pela CETESB desde 1968, com o início das amostragens limitado às praias da Baixada Santista, estendendo-se posteriormente a todo o litoral.

 

 

 

Hoje, o programa segue os critérios estabelecidos na Resolução do Conama n.º 274/00. Publicada em dezembro de 2000, a nova resolução introduziu novos indicadores de contaminação fecal e manteve a classificação das praias de acordo com as densidades resultantes de análises feitas em cinco semanas consecutivas.

 

 

Da Redação com informações da CETESP