Nacional: Servidores federais fazem manifestação em frente ao Ministério da Fazenda

Servidores públicos faz ato em frente ao Ministério da Fazenda reivindicando melhorias e contra o ajuste fiscal, no Dia da Paralisação Nacional, convocada pela CUT e outras centrais sindicais (Elza Fiúza/Agência Brasil)
Servidores públicos faz ato em frente ao Ministério da Fazenda reivindicando melhorias e contra o ajuste fiscal, no Dia da Paralisação Nacional, convocada pela CUT e outras centrais sindicais (Elza Fiúza/Agência Brasil)

 

 

Cerca de 70 servidores federais estão fazendo manifestação em frente ao Ministério da Fazenda em protesto contra a política econômica do governo. O ato, iniciado por volta das 10h30 de hoje (29), faz parte do Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) em diversas partes do país.

 

 

O principal alvo das críticas é o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que não se encontra em Brasília. “Organizamos esse ato para manifestar nossa posição contrária ao pacote criado por ele, que sucateia órgãos públicos, sacrifica trabalhadores e retira direitos trabalhistas”, disse à Agência Brasil a diretora da Confederação Nacional dos Servidores Públicos Federais (Condsef) e integrante da CUT-DF, Cleusa Cassiano.

 

 

 

 

“Defendemos e votamos na [presidenta] Dilma justamente porque ela se mostrava contrária a esse tipo de agenda. Entendemos que o governo precise de recursos. Só não entendemos por que a conta terá de ser paga por trabalhadores. O que sugerimos é que [esses recursos] venham de outras fontes, como grandes fortunas, [tributação de] carros de luxo ou coisas desse tipo”, argumentou a sindicalista responsável pela organização do ato. “Não estamos defendendo [a campanha] Fora Dilma, mas que ela volte para o lado daqueles que a elegeram”, acrescentou.

 

 

 

Segundo Cleusa, a manifestação conta com a presença de integrantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), do Comando Geral dos Trabalhadores (CGT), da Central Sindical e Popular (Conlutas), além da CUT.

 

 

 
Da Redação com informações provenientes da Agência Brasil