FIES – Renegociação: Inadimplentes com o FIES encontram dificuldades em renegociação por falta de perspectiva de emprego.

 

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Desemprego é um impesilho para manter parcelas do FIES em dia. Imagem: Ilustrativa/Acervo Portal Bragança.

 

Muitas pessoas que estão tentando renegociar suas dividas com o FIES estão encontrando dificuldades em fazê-lo devido a falta de uma perspectiva de emprego, isto está sendo rotineiramente publicado em redes sócias, como Alberto (nome fictício para evitar constrangimentos):

 

“Sempre consegui manter as contas em dia, cursei administração pensando em uma promoção, mas a empresa passou por dificuldades e acabou me demitindo, tive que escolher entre comer e pagar as contas em dia, e vivendo de bicos não tenho como negociar e principalmente saber se terei dinheiro para pagar as parcelas”.

 

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou, para o dia 10 de outubro, o prazo para renegociação de dívida do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

 

 

Para pedir a renegociação, os estudantes precisam ter firmado o contrato com o Fies até o segundo semestre de 2017; estar com as parcelas atrasadas em, no mínimo, 90 dias; e ter contratos em fase de amortização.

 

 

Além disso, os contratos não podem ser objeto de ação judicial. A depender do tipo contrato, a renegociação também poderá ser feita pelo prazo de amortização.

 

 

De acordo com o Ministério da Educação, mais de 500 mil alunos estão com os contratos de financiamento na fase de amortização e com atraso no pagamento das prestações. O saldo devedor total alcança o valor de R$ 11,2 bilhões.

 

 

Para regularizar a situação, os interessados devem procurar a instituição bancária onde o contrato foi assinado. O valor da parcela resultante da renegociação não pode ser inferior a R$ 200. Há ainda a parcela de entrada. O estudante deve pagar ou 10% da dívida consolidada vencida, ou R$ 1.000.

 

Da Redação com base em informações da Agência Brasil.