Economia: Novo Plano de Concessões do Governo Federal prevê investimentos de R$ 198,4 bilhões

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, fala na cerimônia de lançamento da nova etapa do Programa de Investimentos em Logística, no Palácio do Planalto anunciando o Novo Plano de Concessões do Governo Federal prevê investimentos de R$ 198,4 bilhões (Valter Campanato/Agência Brasil)
O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, fala na cerimônia de lançamento da nova etapa do Programa de Investimentos em Logística, no Palácio do Planalto, anunciando o Novo Plano de Concessões do Governo Federal – (Valter Campanato/Agência Brasil)

 

 

 

A nova etapa do Programa de Investimento em Logística que está sendo anunciado neste momento pelo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, prevê a aplicação de um total de R$ 198,4 bilhões, com o objetivo de destravar a economia nos próximos anos. Os recursos serão usados em projetos de infraestrutura, pela iniciativa privada, como rodovias, ferrovias, aeroportos e portos.

 

 

O ministro ressaltou que a proposta é viabilizar as concessões ainda no mandato da presidenta Dilma Rousseff e acrescentou que o governo tem conversado com governadores para discutir os investimentos regionais.

 

 

 

 
Para as rodovias, serão destinados R$ 66,1 bilhões. As ferrovias receberão R$ 86,4 bilhões. Já os investimentos nos portos somam R$ 37,4 bilhões e aos aeroportos serão destinados R$ 8,5 bilhões. Do total de recursos previstos, R$ 69,2 bilhões serão investidos entre 2015 e 2018. A partir de 2019, o programa prevê investimentos de R$ 129,2 bilhões.

 

 

 

 

Dessa forma, o governo quer estimular o uso de instrumentos financeiros para canalizar recursos privados para projetos no médio e longo prazos.

 

 

 

 

O anúncio está sendo feito no Palácio do Planalto com a presença de empresários, especialistas e autoridades do setor. Ele prevê a concessão de linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para as empresas vencedoras de alguns leilões.

 

 

 

 
Fonte: Da Redação com informações provenientes de Agências Nacionais e Internacionais e EBC