Crise Econômica Brasileira: Taxa de desemprego no Brasil no 1º Trimestre de 2015 sobe para 7,9% e é a maior desde 2013.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua, o desemprego no trimestre encerrado em fevereiro é o maior indicador desde 2013 - TV CÂMARA
Taxa de desemprego no Brasil no 1º Trimestre de 2015 sobe para 7,9% e é a maior desde 2013 – TV CÂMARA

 

 

 

A taxa de desocupação, no Brasil, foi estimada em 7,9% no 1º trimestre de 2015, a maior taxa verificada desde o 1º trimestre de 2013 (8,0%). Esta estimativa cresceu tanto na comparação com o 4º trimestre de 2014 (6,5%), quanto com o 1º trimestre de 2014 (7,2%). Pela primeira vez, a PNAD Contínua traz as informações completas sobre o mercado de trabalho para Brasil, grandes regiões e unidades da federação. A maior taxa foi verificada na região Nordeste (9,6%), e a menor, no Sul (5,1%). Entre as unidades da federação, Rio Grande do Norte teve a maior taxa (11,5%) e Santa Catarina, a menor (3,9%).

 

 

PNDA 1 tri 2015

 
A população desocupada (7,934 milhões de pessoas) variou 23,0% frente ao trimestre imediatamente anterior. Em relação ao 1º trimestre de 2014, o quadro foi de 12,6%.

 

 

 

O nível da ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) foi estimado em 56,2% no 1º trimestre de 2015, abaixo dos 56,9% verificados no trimestre anterior e dos 56,8% observados no 1º trimestre do ano passado. A população ocupada foi estimada em 92,023 milhões, refletindo variação de -0,9% na comparação com o trimestre anterior e 0,8% frente ao mesmo trimestre de 2014. No 1º trimestre de 2015, 78,2% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, apresentando avanço de 0,5 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2014 (77,7%). Em relação ao trimestre anterior, não houve variação estatisticamente significativa.

 

 

 

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi estimado em R$ 1.840. Este resultado foi 0,8% maior que o registrado no trimestre anterior (R$ 1.825) e estável em relação ao obtido no 1º trimestre de 2014 (R$ 1.840). A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi estimada em R$ 163,8 bilhões, registrando queda (-0,2) em relação ao 4º trimestre de 2014. Na comparação anual, esta estimativa teve alta de 0,9%.

 

 

 

A publicação completa com os dados divulgados hoje está disponível no link
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pnad_continua/.

 

 

Taxa de desocupação passa de 6,5% no 4º tri de 2014 para 7,9% no 1º tri de 2015

 

 

 

A taxa de desocupação, no Brasil, ficou em 7,9% no 1º trimestre de 2015. Esta estimativa apresentou elevação de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (6,5%). Quando comparada com o 1º trimestre de 2014 (7,2%), a taxa aumentou 0,8 ponto percentual.

 

 

 

No 1º trimestre de 2015, a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa de desocupação (9,6%) e a região Sul, a menor (5,1%). No Centro-Oeste, do 1º trimestre de 2014 para o 1º trimestre de 2015, foi observada elevação de 1,5 ponto percentual na taxa de desocupação e nas regiões Norte e Sudeste, de 1,0 ponto percentual.

 

 

As análises apontaram diferenças significativas na taxa de desocupação entre homens e mulheres, comportamento verificado também nas cinco grandes regiões. No 1º trimestre de 2015, a taxa foi estimada em 6,6% para os homens e 9,6% para as mulheres. Já entre os jovens de 18 a 24 anos de idade, a taxa ficou em 17,6%, patamar elevado em relação à taxa média total (7,9%), comportamento verificado, tanto para o Brasil, quanto para as cinco grandes regiões.

A taxa de desocupação para o contingente de pessoas com ensino médio incompleto (14,0%) era superior à verificada para os demais de níveis de instrução. Para o grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi estimada em 9,1%, praticamente o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo (4,6%).

 

Da Redação com informações provenientes do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística