Brasil – Política: Bancada feminina e ONU Mulheres assumem compromisso de lutar pela igualdade de direitos

Bancada feminina e ONU Mulheres assumem compromisso de lutar pela igualdade de direitos – Foto: Ilustrativa/pixabay.com

 

 

Garantir a plena igualdade de direitos, independente de gênero. Esse é o foco da ONU Mulheres, organização que apresentou nesta terça-feira (19) às deputadas da bancada feminina os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável que precisam ser atingidos até 2030.

 

 

Nadine Gasman, representante do Escritório no Brasil, destaca que criar oportunidades iguais para homens e mulheres é fundamental para criar prosperidade, paz e estabilidade.

 

 

 

 

Nadine Gasman explica ainda a importância de se garantir um diálogo entre o Congresso brasileiro e o organismo internacional como forma de atingir a chamada meta 50/50. Ou seja, a equidade nas relações e direitos.

 

 

 

“A gente tem que trabalhar nas parcerias. Esta agenda, que é uma agenda dos países membros da ONU, de desenvolvimento sustentável no social, no econômico e no ambiental, precisa da concorrência de todas as forças da sociedade. E a ONU Mulheres, como a entidade das Nações Unidas que trabalha pela igualdade de gênero e empoderamento das mulheres traz para o parlamento o que a gente faz, e uma proposta de manter e acrescentar a parceria que temos tido com as parlamentares e os parlamentares nas legislaturas anteriores”.

 

 

 

A primeira secretária da Câmara dos Deputados, deputada Soraya Santos, do PR do Rio de Janeiro, também destacou a importância da parceria com a ONU com as parlamentares.

 

 

 

“São metas que a gente quer que o Brasil atinja de paridade, seja nos cargos de comando, seja no aumento de mulheres na política, em todas as áreas, desde a educação. Então a ONU oferece também um leque de ações em parceria, que, a partir do conhecimento desse programa, elas podem levar para o seu estado e o seu município”.

 

 

 

Soraya Santos comemorou ainda a ampliação da bancada feminina na Câmara. Ela atribui isso às modificações na legislação eleitoral. Para a deputada, a garantia de 30 por cento das candidaturas femininas e o tempo resguardado de propaganda abriu espaço para a participação política das mulheres.

 

 

 

 

Da Redação com informações provenientes e vinculadas pela Rádio Câmara/ Imagem Ilustrativa: pixabay.com