Saúde: OMS inicia Semana Mundial de Imunização

Semana Mundial de Imunização. Foto: Unicef
Semana Mundial de Imunização. Foto: Unicef

 

 

A Organização Mundial da Saúde, OMS, iniciou esta sexta-feira a Semana Mundial de Imunização.

O tema da campanha deste ano, que vai até o dia 30 de abril, é: “Reduzir a falha de imunização. Vacinação para todos”.
1,5 Milhão

 
Segundo a agência da ONU, 1,5 milhão de crianças morrem todos os anos de doenças que poderiam ter sido evitadas se elas tivessem sido vacinadas.

 
A OMS alerta que uma em cada cinco crianças no mundo não recebe as vacinas básicas. Em 2013, por exemplo, quase 22 milhões de recém-nascidos não receberam a vacina tríplice, DTP3, que combate a difteria, tétano e coqueluche.

 
A agência recomenda três ações para solucionar o problema. Primeiro, que os países integrem a imunização com outros serviços de saúde.

 
A OMS quer o fortalecimento dos serviços de saúde para melhorar as entregas dos medicamentos para todas as crianças e, por último, os governos devem garantir que todas as pessoas tenham acesso e possam comprar as vacinas.

 
Campanha

 
A OMS deu início também esta sexta-feira a uma campanha de vacinação e de serviços essenciais de saúde para crianças em Serra Leoa, Guiné, Libéria e na Síria.

 
Em Serra Leoa, a agência junto com o Fundo para a Infância, Unicef, e o Ministério de Saúde do país, espera imunizar 1,5 milhão de crianças pelos próximos quatro dias.

 
O Unicef informou que, pela primeira vez desde o início da epidemia de ebola, Guiné, Libéria e Serra Leoa estão realizando campanhas de vacinação para proteger milhões de crianças de doenças evitáveis, mas que podem matar se não forem tratadas.

 
O objetivo é imunizar mais de 3 milhões de menores de doenças como sarampo e pólio por toda a região.

 
Na Síria, uma campanha de vacinação contra o sarampo espera atingir quase todas as crianças entre seis meses e cinco anos de idade. Desde que o conflito começou no país em 2011, os índices de imunização caíram de 99% para 52%.

 
O Unicef calcula que apesar do esforço, mais de 230 mil crianças sírias em áreas de difícil acesso por causa da violência, não vão ser vacinadas.

 

 
Da Redação com informações da Rádio ONU em Nova York