Prêmio Nobel: Nobel de Física premia 3 cientistas por pesquisas com laser

Arthur Ashkin, Gérard Mourou e Donna Strickland, os vencedores do Nobel de Física em 2018 (foto: Divulgação)
Arthur Ashkin, Gérard Mourou e Donna Strickland, os vencedores do Nobel de Física em 2018 (foto: Divulgação)

 

 

O norte-americano Arthur Ashkin, a canadense Donna Strickland e o francês Gérard Mourou foram laureados nesta terça-feira (2) com o Prêmio Nobel de Física por suas pesquisas sobre a aplicação do laser em diversos campos, como a microbiologia.

 

 

É apenas a terceira vez na história que o prêmio é entregue a uma mulher. Antes de Strickland, apenas Maria Goeppert-Mayer (1963) e Maria Curie (1903) haviam conquistado a honraria.

 

 

 

 

A canadense dividirá com Ashkin e Mourou um prêmio de 9 milhões de coroas suecas, equivalente a R$ 4 milhões. O norte-americano ficará com metade do montante pelo desenvolvimento de “pinças ópticas” que permitiram o manuseio de pequenos organismos por meio de raios de luz.

 

 

 

 

Suas pinças ópticas são utilizadas em laboratórios de todo o mundo e tornaram o laser um recurso indispensável para manipular objetos microscópicos, como vírus e bactérias.

 

 

 

Já Strickland e Mourou receberão 25% cada um por terem desenvolvido um método para gerar pulsos ópticos supercurtos e de alta intensidade. Suas pesquisas abriram caminho para se estudar com grande precisão objetos de dimensões minúsculas em diversos setores, da indústria à biomedicina.

 

 

 

Na última segunda-feira (1º), os imunologistas James P. Allison e Tasuku Longo já haviam sido agraciados com o Nobel de Medicina por sua pesquisa sobre terapias naturais contra o câncer.

 

 

 

A Real Academia Sueca de Ciências anunciará nesta quarta (3) o vencedor do Nobel de Química, enquanto o Nobel da Paz, concedido por um comitê norueguês, será conhecido na próxima sexta (5). O de Economia sairá na segunda (8).

 

 

 

 

Já o Nobel de Literatura foi suspenso em 2018 devido a um escândalo sexual e de corrupção que culminou na condenação do francês Jean-Claude Arnault, marido de uma ex-integrante do comitê do prêmio, a dois anos de prisão por estupro.

 

 

 

Da Redação com informações da ANSA