Internacional: UNESCO discute a radicalização de jovens e extremismo no ciberespaço

A conferência, que reunirá pesquisadores, tomadores de decisão, ONGs, especialistas e profissionais da área, acontece nos dias 16 e 17 de junho na sede da Organização, em Paris.
A conferência, que reunirá pesquisadores, tomadores de decisão, ONGs, especialistas e profissionais da área, acontece nos dias 16 e 17 de junho na sede da Organização, em Paris.

 

 

Entre os dias 16 e 17 de junho, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) organiza a conferência Jovens e a Internet: Lutando contra a Radicalização e o Extremismo. O evento acontece na sede da UNESCO em Paris (França).

 

 

“Assistimos hoje ao surgimento de uma nova geração digital”, disse a diretora-geral da Organização, UNESCO, Irina Bokova. “Nosso papel é formar uma nova geração de cidadãos digitais em âmbito mundial – começando com educação, novas competências interculturais e uma alfabetização midiática e informacional mais aprofundada”.

 

 

 

 

O objetivo da conferência é apoiar ações dos Estados e da comunidade internacional e também prover, por meio de exploração de ferramentas eficazes em resposta, uma melhor compreensão do papel que a internet desempenha em alimentar o extremismo violento.

 

 

 

 

Nesse contexto, a conferência debaterá ideias e experiências de governos, organizações internacionais, pesquisadores e acadêmicos, bem como de empresas online, e apresentará estudos de caso de várias partes do mundo. Além disso, se concentrará nas diversas formas de participação online de jovens e, mais particularmente, nas iniciativas criadas por jovens que se posicionam como modelos a serem seguidos.

 

 

 

 

“O futuro de muitos países depende da juventude – especialmente aqueles países que passam por tensões ou que estão em situação de pós-conflito. Atualmente, em todo o mundo, quase 1,2 milhões de jovens – com idades entre 15 e 24 anos – vivem em sociedades nas quais a juventude é duramente atingida pelo desemprego, assim como pela falta de educação, de qualificações ou de perspectivas, tudo isso em um contexto de mudança das estruturas familiares, de rápida urbanização e de percepção crescente de marginalização”, explicou Irina Bokova.

 

 

Fonte: Da Redação com informações provenientes de Agências de Notícias Nacionais e Internacionais, da ONU