Internacional: Russos declaram que os 26 mineiros presos na mina de Severnaya estão mortos

Russos declaram que os 26 mineiros presos na mina de Severnaya estão mortos -  Foto: Sputnik/ Vladimir Yurlov
Russos declaram que os 26 mineiros presos na mina de Severnaya estão mortos – Foto: Sputnik/ Vladimir Yurlov

 

 

A mina de Severnaya desmoronou-se na profundidade de 748 metros em 25 de fevereiro em resultado de duas explosões. No momento do acidente na mina estavam 110 pessoas, das quais 80 foram resgatadas, quatro morreram.

 

 

 
No domingo à noite ocorreu mais uma explosão na mina de Severnaya, Vorkuta, República de Komi.

 

 

 
Morreram seis pessoas: cinco especialistas de resgate e um mineiro. Segundo os dados preliminares, ficaram feridas mais cinco pessoas.

 

 

 

 

No momento da última explosão, na mina ainda estavam 26 mineiros bloqueados debaixo da terra.

 

 

 

 

O ministro para Situações de Emergência da Rússia, Vladimir Puchkov, disse que a condição do trecho abatido não dá à pessoa quaisquer chances de sobreviver. Segundo ele, no local em que estavam os mineiros a temperatura era alta e não havia oxigênio.

 

 

 

 

Além disso, os serviços de emergência afirmam que há possibilidade de mais uma explosão.

 

 

 

 

A empresa responsável pela mina Vorkutaugol disse que planeja inundar ou isolar a mina.

 

 

 

 

“Em tais condições não pode haver sobreviventes. Por isso, hoje a operação de resgate foi parada. Estão sendo consideradas duas decisões – ou a inundação do trecho da mina onde ocorreu a explosão ou o isolamento completo. Tudo isso é feito para extinguir o incêndio”, disse o representante da empresa à RIA Novosti.

 

 

 
Uma das razões do desmoronamento foi a explosão de metano, segundo uma fonte na empresa Vorkutaugol.

 

 

 

“Não podemos dizer que foi exatamente essa a razão. Mas, segundo as investigações do serviço de emergências, podia ocorrer a explosão do metano. Isto é, foram encontrados vestígios da explosão de metano”, disse a fonte à RIA Novosti.

 

 

 

 

 
Da Redação com informações da br.sputniknews.com