Internacional: Presidente da Assembleia Geral da ONU pede ação coletiva para acabar com a intolerância religiosa no Mundo

Intolerância Religiosa
Intolerância Religiosa

 

 

“De Paris a Tunis; de Garissa a Yarmouk; de Joanesburgo a Pexauar; nenhuma pessoa, sociedade ou nação está imune a intolerância ou o extremismo violento”, disse Sam Kutesa.

 

Logo após a reunião para a Promoção da Tolerância e Reconciliação: Fomentando Sociedades Pacíficas e Inclusivas e Combatendo o Extremismo Violento, o presidente da Assembleia Geral, Sam Kutesa, pediu a derrota do obscurantismo e aos líderes religiosos ao redor do mundo para denunciar aqueles que pregam a intolerância em nome da religião.

 

 

“De Paris a Tunis; de Garissa a Yarmouk; de Joanesburgo a Pexauar; nenhuma pessoa, sociedade ou nação está imune a intolerância ou o extremismo violento”, disse Kutesa a repórteres em uma coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (23) na sede da ONU em Nova York (EUA). “Não há justificativa para tais ataques. Coletivamente, temos de condenar todas as manifestações de intolerância, bem como tomar medidas para identificá-las e detê-las”.

 

 

O evento na sede da Organização reuniu líderes representando diversas religiões, incluindo o islamismo, o judaísmo, o cristianismo, bem como ministros, acadêmicos e professores espirituais, em um esforço para abordar as causas do extremismo cometido em nome da religião, e foi convocado por Kutesa em conjunto com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e do representante da Aliança das Civilizações, Nassir Abdulaziz Al-Nasser.

 

 

 

Da Redação com informações da ONU