Internacional: Obama pede aumento de sanções contra Coreia do Norte

Obama pede aumento de sanções contra Coreia do Norte
Obama pede aumento de sanções contra Coreia do Norte

 

 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta terça-feira, dia 6, a ampliação de sanções contra o governo da Coreia do Norte, especialmente após o lançamento de novos mísseis na região.

 

 
Em declaração durante a cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), realizada em Laos, Obama ainda apontou que as provocações de Pyongyang apenas irão fazer com que o regime comunista se torne cada vez mais isolado.

 

 

 

 

O líder norte-americano reiterou, após encontro com sua homóloga sul-coreana, Park Geun-hye, que o diálogo com o governo de Kim Jong-un permanece aberto, no entanto.

 

 

 

Park, por sua vez, expressou que os testes nucleares e de mísseis norte-coreanos representam uma ameaça para a segurança de toda a península coreana.

 

 

 
Filipinas – Xingado de “filho da puta” pelo presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, Obama cancelou um encontro com o mandatário que seria realizado no Laos.

 

 

 
“O presidente não terá uma reunião bilateral com Rodrigo Duterte”, declarou o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Ned Price.

 

 

 
Duterte, por sua vez, pediu desculpas e disse ter se arrependido das declarações. Importância do encontro para Obama – Em seu último ano à frente da Presidência dos Estados Unidos, Obama quer reforçar a importância de seu país para os membros da Asean – frente a força econômica e política da China. Além de mostrar interesse por temas relacionados à região, onde a administração Obama quadruplicou investimentos nos últimos anos, o encontro anual com os 10 chefes de governo e Estado é uma rara oportunidade para aprofundar relações. A questão é tão importante para o líder norte-americano que já há um plano de investimentos até 2020 na região. Por outro lado, os membros da Asean veem a oportunidade de se aproximar e apresentar os problemas da complexa região. De acordo com analistas, esse grupo de nações é um dos principais responsáveis por manter a paz no Sudeste Asiático.

 

 

Da Redação com informações provenientes da ANSA