Internacional: Hoje é o Dia da África é o momento de celebrar conquistas e refletir sobre desafios, diz secretário-geral da ONU

África - Foto: ONU/B Wolff
África – Foto: ONU/B Wolff

 

 

 

A cada ano, o Dia de África é uma oportunidade de celebrar as conquistas do continente e refletir sobre seus desafios.

 

A avaliação está em mensagem do secretário-geral da ONU sobre a data, a destacar a coragem e determinação necessárias para combater o surto de ébola.

 

 

Ébola

 

 

Ban Ki-moon também pediu compromisso para acabar com a violência a mulheres e empoderá-las.

 

 

 

Segundo Ban, a “história dominante do ano foi a crise do ébola na África Ocidental”, a causar pelo menos “11 mil mortes e ameaçar ganhos políticos, sociais e econômicos”.

 

 
O chefe da ONU disse ser preciso agora intensificar esforços para chegar e permanecer em zero caso, recuperar os danos causados e fortalecer resiliência social e institucional em todo o continente.

 

 

Para ajudar a mobilizar apoio para esta tarefa, Ban vai reunir uma conferência internacional sobre o tema na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, em Julho.

 

 

Economia

 

 

 

De forma geral, a economia do continente cresceu cerca de 4% em 2014, a criar um dos maiores períodos de expansão econômica ininterrupta na história da África.

 

 

 

O secretário-geral mencionou que, como resultado, um número crescente de africanos entrou na classe média a cada ano.

 

 
Ele disse ainda que “com o investimento em educação, saúde e infraestrutura a crescer, as perspectivas para grande parte da África são brilhantes”.

 

 
Segundo Ban, o desafio é propagar estes benefícios de foram mais ampla e profunda, particularmente para mulheres e meninas.

 

 

 

Mulheres

 

 

 

Dar poder às mulheres vai ajudar a construir sociedades mais iguais e prósperas, disse Ban.

 

 

 

Ele elogiou o compromisso da União Africana com a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres.

 

 

 

O chefe da ONU pediu à comunidade internacional que faça mais para pôr fim à violência a mulheres e meninas e fortalecer seus papeis em todos os campos, incluindo a construção da paz.

 

 

Conflitos

 

 

 

Apesar do declínio no número de combates, em geral, muitos africanos ainda passam por exepriências de confitos violentos. Meninas e mulheres são alvos frequentes de violência sexual e abusos.

 

 

 

Segundo Ban, “conflitos surgem onde pessoas sofrem de má governação, violações de direitos humanos, exclusão e pobreza”.

 

 

 
O chefe da ONU elogiou a visão africana de criar, até 2063, um continente pacífico e próspero onde haja democracia, direitos humanos e Estado de direito.

 

 
Ban reafirmou o compromisso da ONU “em trabalhar com a União Africana, as comunidades económicas regionais e os países do continente e seus cidadãos para fazer desta visão uma realidade”.

 

 

 
Da Redação com informações da Rádio Onu em Nova York