Internacional: EUA lançam mais de 50 mísseis Tomahawk contra Base Aérea Síria em resposta ao uso de armas químicas

EUA lançam mais de 50 mísseis Tomahawk contra Base Aérea Síria em resposta ao uso de armas químicas – Reprodução Euronews

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ontem (6) que ordenou um ataque militar a uma base aérea na Síria. Trump afirmou que a ofensiva é uma resposta ao uso de armas químicas pelo governo do presidente Bashar Al Assad nessa terça-feira (4). Segundo o presidente, com o ataque químico, Assad “sufocou a vida de muitos homens, mulheres e crianças indefesas”. “Foi uma morte lenta e brutal para muitos”. Trump disse que o ataque foi feito contra a mesma base aérea de onde o governo de Bashar Al Assad lançou o ataque químico.

 

 

 

 

Trump disse que é do interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e deter a proliferação do uso de armas químicas mortais. “Não pode haver nenhuma dúvida de que a Síria utilizou armas químicas banidas, violou suas obrigações perante a Convenção sobre as Armas Químicas e ignorou os pedidos do Conselho de Segurança”, disse Trump.

 

 

 

 
O presidente também disse que “chama todas as nações civilizadas para se juntar aos Estados Unidos para colocar um fim ao massacre e ao derramamento de sangue na Síria e para colocar um fim ao terrorismo de todos os tipos”.

 

 

 

 

Os 59 mísseis Tomahawk foram lançados de navios de guerra norte-americanos estacionados no Mediterrâneo contra a base de Shayrat, no oeste da Síria, a 40 quilómetros da cidade de Homs, segundo sites norte-americanos de notícias os Estados Unidos teriam informado a Rússia sobre a iminência do ataque.

 

 

 

 

 

Na quarta-feira (5), o Conselho de Segurança das Nações Unidas se reuniu para debater o ataque químico, porém, mais uma vez, a votação de uma resolução foi barrada por oposição da Rússia – o país já barrou, ao lado da China, sete tentativas de aprovar uma resolução condenando o regime de Bashar Al Assad.

 

 

 

 

 
Na reunião dessa quarta-feira, a representante dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Nikki Haley, havia dito que, quando a ONU “falha consistentemente em seu dever de agir coletivamente, há momentos na vida dos Estados que nós somos levados a agir por conta própria”, o que já sinalizava para uma possível ação militar dos Estados Unidos.

 

 

 

Da Redação com informações da Agência Brasil, Euronews e Washington Post.