Internacional: Estilista Karl Lagerfeld, da Chanel, morre aos 85 anos

Estilista Karl Lagerfeld, da Chanel, morre aos 85 anos – Foto: Divulgação/CHANEL

 

 

O estilista alemão Karl Lagerfeld, diretor criativo da Chanel, morreu nesta terça-feira (19), aos 85 anos de idade, em Paris.

 

 

 

Lagerfeld, conhecido por seus trajes, luvas e óculos pretos que contrastavam com seus cabelos brancos, estava doente há semanas, de acordo com a imprensa francesa. Ele estaria internado em um hospital de Paris. A revista “Closer” confirmou a morte, mas as causas ainda não foram reveladas.

 

 

 

Designer de moda e um dos maiores ícones mundiais, Lagerfeld era diretor artístico da maison Chanel desde 1983.

 

 

 

No dia 22 de janeiro, o estilista faltou a dois desfiles da grife, mas a Chanel justificou a ausência dizendo que Karl Lagerfeld estaria “cansado”. Foi a primeira vez em que o diretor não subiu à passarela no final de um desfile da marca.

 

 

 

Karl Otto Lagerfeld nasceu em Hamburgo, em 10 de setembro de 1933, apesar do próprio estilista já ter tentando mentir sua idade, dizendo que nascera em 1938. Além da Chanel, o estilista trabalhou para a italiana Fendi, dando um toque inconfundível à marca, e criou sua própria grife, que leva seu nome. Discípulo de Pierre Balmain, de quem foi estagiário no começo da carreira, e conhecido como “Kaiser” no mundo da moda, ele era considerado o último grande costureiro dos tempos da haute couture ainda na ativa. Além do humor ácido e de declarações polêmicas, em 2001, ele chamou a atenção ao perder 40 quilos em 13 meses. “”De repente, eu queria vestir de forma diferente, usar roupas desenhadas por Hedi Slimane… Mas essas modas, modelados por meninos muito, muito magros, e não por homens da minha idade, exige a perder pelo menos 40 kg. Levei exatamente 13 meses”, explicou. A dieta criada pelo médico Jean-Claude Houdret levou a um livro chamado “The Karl Lagerfeld Diet”.

 

 

 

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It is with deep sadness that the House of CHANEL announces the passing of Karl Lagerfeld, the Creative Director for the CHANEL Fashion House since 1983. An extraordinary creative individual, Karl Lagerfeld reinvented the brand’s codes created by Gabrielle Chanel: the CHANEL jacket and suit, the little black dress, the precious tweeds, the two-tone shoes, the quilted handbags, the pearls and costume jewelry. Regarding Gabrielle Chanel, he said, “My job is not to do what she did, but what she would have done. The good thing about Chanel is it is an idea you can adapt to many things.” A prolific creative mind with endless imagination, Karl Lagerfeld explored many artistic horizons, including photography and short films. The House of CHANEL benefited from his talent for all the branding campaigns related to Fashion since 1987. Finally, one cannot refer to Karl Lagerfeld without mentioning his innate sense of repartee and self-mockery. Alain Wertheimer, CEO of CHANEL, said: “Thanks to his creative genius, generosity and exceptional intuition, Karl Lagerfeld was ahead of his time, which widely contributed to the House of CHANEL’s success throughout the world. Today, not only have I lost a friend, but we have all lost an extraordinary creative mind to whom I gave carte blanche in the early 1980s to reinvent the brand.” Bruno Pavlovsky, President of Fashion at CHANEL, said: “Fashion show after fashion show, collection after collection, Karl Lagerfeld left his mark on the legend of Gabrielle Chanel and the history of the House of CHANEL. He steadfastly promoted the talent and expertise of CHANEL’s ateliers and Métiers d’Art, allowing this exceptional know-how to shine throughout the world. The greatest tribute we can pay today is to continue to follow the path he traced by – to quote Karl – ‘continuing to embrace the present and invent the future’.” Virginie Viard, Director of CHANEL’s Fashion Creation Studio and Karl Lagerfeld’s closest collaborator for more than 30 years, has been entrusted by Alain Wertheimer with the creative work for the collections, so that the legacy of Gabrielle Chanel and Karl Lagerfeld can live on.

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Da Redação com informações provenientes da ANSA