Internacional: Assembleia Geral da ONU elege novos membros do Conselho de Segurança

O anúncio oficial foi feito pelo presidente da assembleia, Mogens Lykketoft. Foto: ONU/Evan Schneide
O anúncio oficial foi feito pelo presidente da assembleia, Mogens Lykketoft. Foto: ONU/Evan Schneide

 

 

A Assembleia Geral da ONU elegeu esta quinta-feira cinco membros não permanentes do Conselho de Segurança que vão cumprir mandato de dois anos, 2016-2017.

 
O anúncio oficial foi feito pelo presidente da assembleia, Mogens Lykketoft em pronunciamento logo depois da votação.

 

 
Egito, Japão, Senegal, Ucrânia e Uruguai

 

 
Ele afirmou que Egito, Japão, Senegal, Ucrânia e Uruguai foram eleitos e assumem o cargo a partir de 1º de janeiro do ano que vem até 31 de dezembro de 2017.

 

 
Esses países, que concorreram sozinhos por suas respectivas regiões, substituem Chade, Nigéria, Jordânia, Chile e Lituânia.

 

 

 
Os japoneses são os que mais ocuparam a posição neste grupo: 11 vezes. A última no período 2009-2010. Os egípcios participaram do Conselho cinco vezes, ucranianos e senegaleses duas e uruguaios uma vez.

 

 

Para ser eleito, os candidatos precisam dos votos de dois terços dos Estados-membros, quer dizer, 129 votos se todos os 193 países da ONU estiverem presentes.

 

 

Eleições

 

 
Este ano é o último em que as eleições para o Conselho de Segurança ocorrem no mês de outubro.

 

 

 
A decisão foi tomada em respeito às preocupações dos países que disseram não ter tempo suficiente para se prepararem para o mandato ou para evitar qualquer situação imprevista, como por exemplo, a retirada da candidatura da Arábia Saudita depois de ter sido eleita em 2013.

 

 
Dessa forma, a Assembleia Geral decidiu realizar as eleições agora seis meses antes dos países tomarem posse, o que acontece sempre no primeiro dia do ano após a eleição.

 

 

 
A próxima escolha dos cinco candidatos não permanentes do Conselho de Segurança vai acontecer em junho do ano que vem e o início do mandato está marcado para 1º de janeiro de 2017.

 

 

 

Da Redação cominformações da Rádio ONU de Nova York