Internacional: A ativista paquistanesa Malala Yousafzai faz apelo por educação para crianças refugiadas

Malala e amigas pedem educação para todos Foto: ONU/Mark Garten
Malala e amigas pedem educação para todos Foto: ONU/Mark Garten

 

 

Na sede das Nações Unidas, ativista paquistanesa explica que sua missão é lutar para que todas as crianças e jovens do mundo possam frequentar a escola; ela diz que líderes mundiais investem em armas, mas não em educação.

 

 

A ativista paquistanesa Malala Yousafzai aproveitou a presença de centenas de líderes mundiais na sede da ONU em Nova York para fazer um apelo: que garantam o acesso à educação para todas as crianças do mundo.

 

 

 

Ao lado de 193 jovens, cada um representando um Estado-membro da ONU, a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz participou da abertura da Cúpula sobre o Desenvolvimento Sustentável. Depois, a ativista concedeu uma coletiva de imprensa.

 

Malala Yousafzai durante coletiva de imprensa. Foto: ONU/Mark Garten
Malala Yousafzai durante coletiva de imprensa. Foto: ONU/Mark Garten

 

 

 

 

Garantias

 

 

 

Aos jornalistas, Malala explicou que sua missão era falar em nome dos jovens e pedir aos líderes mundiais para garantirem acesso à educação primária e secundária a todas as crianças.

 

 

 

 

A paquistanesa falou sobre a esperança dela de que os chefes de Estado escutem a voz dos jovens. Ela lamentou que muitos países investem em armas e no poder militar e gastam pouco com educação.

 

 

 

Para a conversa com a imprensa, Malala foi acompanhada de quatro amigas: duas são do Paquistão e também foram feridas no ataque em 2012 realizado pelo Talebã contra o ônibus em que as estudantes estavam.

 

 

 

Refugiados

 

 

 

A outra jovem é da Nigéria e trabalha como mentora educacional para meninas de seu país. Malala também apresentou uma estudante síria que agora está refugiada no Líbano e pôde voltar à estudar graças a uma escola aberta pelo Fundo Malala.

 

 

 

Ao ser questionada sobre a situação dos refugiados, a ativista pediu mais apoio, em especial aos sírios.

 

 

Malala lembrou que as crianças sírias estão fora da escola, sofrendo com o conflito e é hora de apoiá-los. A jovem perguntou até quando o direito de irem à escola será negligenciado.

 

 

 

Ao ser questionada sobre o que pensa em estudar na faculdade, Malala, que está com 18 anos, respondeu que considera estudar política ou economia.

 

 

 

Fonte: Da Redação com informações da Rádio ONU em Nova York