Vela: Fernanda Oliveira e Luiza Barbachan são os destaques do Brasil na Copa do Mundo de vela

 

Fernanda Oliveira e Luiza Barbachan ganharam  a medalha de ouro na classe 470 feminina da competição
Fernanda Oliveira e Luiza Barbachan ganharam a medalha de ouro na classe 470 feminina da competição

 

 

A dupla formada por Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan foi o destaque do Brasil na etapa de Hyéres da Copa do Mundo de vela, disputada neste fim de semana, na França. Ana Luiza e Fernanda conquistaram o ouro na classe 470 feminina após fechar a medal race na segunda colocação. As atuais campeãs mundiais Martine Grael e Kahena Kunze ficaram com a prata na 49erFX e Robert Scheidt, na Laser, e Patricia Freitas, na RS:X, levaram o bronze.

 

“Queríamos fazer nosso trabalho e nos preocupar apenas com nossa regata. Pensamos nos nossos adversários, mas estávamos focadas em nós mesmas. Era nosso objetivo vencer aqui, trabalhamos duro e vencemos. Estou muito feliz”, comemorou Fernanda Oliveira.

 

 

Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram a medalha de prata da classe 49erFX com 94 pontos perdidos, contra 87 da dupla dinamarquesa Ida Marie Baad Nielsen/Marie Thusgaard Olsen, que ficou com o título. As italianas Giulia Conti e Francesca Clapcich ficaram na terceira colocação com 99 pontos.

 

 

“Foi um campeonato difícil com altos e baixos, mas conseguimos terminar com a prata mesmo sem ter ganho nenhuma regata. Estamos contentes pois sabemos no que temos que trabalhar e focar daqui para frente”, contou Kahena Kunze.

 

 

Recuperado de uma lesão no joelho esquerdo que o afastou das competições, Robert Scheidt voltou ao pódio da Copa do Mundo com o quarto lugar na medal race, disputada neste domingo, suficiente para conquistar a medalha de bronze.

 

 

“Estou bem satisfeito com a minha semana em Hyères. Consegui velejar em alto nível, sempre entre os primeiros, e brigando por medalha até o fim. Isso é algo muito positivo para o meu momento atual. E sei que ainda tenho espaço para evoluir nas próximas competições, isso é o melhor”, explicou Scheidt.

 

 

Da Redação com informações do COB