Tragédia da Chapecoense: Colombianos e brasileiros se unem para homenagear a Chapecoense – #ForçaChape

Colombianos e brasileiros se unem para homenagear a Chape
Colombianos e brasileiros se unem para homenagear a Chape

 

 

Milhares de pessoas estiveram na quarta-feira à noite no estádio Atanasio Girardot de Medellín para prestar uma homenagem à equipe de futebol brasileira Chapecoense, cuja maioria da equipe pereceu no acidente aéreo da segunda-feira passada quando se dirigiam à Medellín.

 

 

 
No começo da homenagem foram liberadas no centro do campo de jogo 71 pombas que lembraram cada uma das pessoas falecidas na tragédia, da qual teve seis sobreviventes.

 

 

 

 

A multidão, vestida de branco na maioria e com velas acesas, guardou um minuto de silêncio em memória da “eterna Chapecoense”.

 

 

 

 

Ao terminar o toque de corneta, no meio de lágrimas, os presentes quebraram o silêncio e começaram a gritar “Vamos, vamos Chape”, que paralisou a cerimônia por alguns minutos.

 

 

 

 

“Estamos contigo Chape” ou “Somos todos Chapecoense”, diziam alguns dos cartazes em uma das arquibancadas do Atanásio Giradot, estádio na qual o clube brasileiro teria disputado nesta quarta-feira com o Atlético Nacional no jogo de ida da final da Copa Sul-Americana, que seria a maior façanha esportiva dos seus 43 anos de existência.

 

 

 
Nos dois estádios, os nomes de todas as vítimas – incluindo os jornalistas e a tripulação que faleceu – foi declamado sob muitos aplausos. – Pane seca: As autoridades da Aeronáutica Nacional confirmaram que o avião caiu sem “uma gota de combustível” no morro em Cerro Gordo e que agora serão investigadas as causas do que provocou a pane seca.

 

 

 

 

 
“Uma das hipóteses que trabalhamos é que [o avião] não contava com combustível e que, por isso, tenha apagado subitamente os motores. Motores são a fonte elétrica. Você pode ter uma turbina adicional, mas se não tinha combustível, vai ter uma pane elétrica”, afirmou Fredy Bonilla, secretário de Segurança Aérea da Aeronáutica Civil.

 

 

 

 

Segundo Bonilla, as normas internacionais exigem que uma aeronave precisa ter combustível suficiente “para chegar ao aeroporto de destino, mais 30 minutos e ainda mais 5 minutos ou 5% da distância, que é o combustível reserva”. Outro ponto ressaltado pelo secretário foi o fato do piloto, Miguel Luis Quiroga, não ter relatado imediatamente que estava em um situação de emergência e que ele deveria ter alertado antes a Torre de Controle.

 

 

 

 

 

Da Redação com informações provenientes da Ansa e Conmebol