Seleção Brasileira Masculina de Futebol – Amistosos: Em jogo ruim, Brasil consegue segurar empate diante de Senegal.

Brasil irreconhecível – Foto: Lucas Figueiredo/CBF

 

Seleção Brasileira Masculina de Futebol enfrentou o Senegal em mais um dos amistosos visando as eliminatórias para Copa 2020, o jogo aconteceu na manhã desta quinta-feira (10), em Singapura, com a presença de um público de pouco mais de vinte mil pessoas, que presenciaram uma partida aonde o protagonismo foi da Seleção Africana.

 

 

Jogando muito abaixo do que se esperava, o Brasil ficou no empate. Os gols sairam todos no primeiro tempo, Firmino abriu o placar, em Singapura, mas Diedhiou deixou tudo igual. O próximo desafio é no domingo (13), frente à Nigéria.

 

 

O segundo tempo foi ruim, a Seleção Brasileira não conseguia realizar jogadas efetivas de infiltração, e os jogadores brasileiros começaram a arriscar de longa distância. Coutinho, Casemiro e Éverton tentaram, mas erraram o alvo. Senegal respondeu e acabou sendo mais perigoso do que a equipe de Tite.

 

 

Não houve um jogador que se destaca-se na Seleção Brasileira, todos e sem exceção, jogaram muito abaixo do que podem render, e as modificações realizadas pelo Técnico Tite não surtiram efeitos, muito pelo contrário, demonstraram e acentuaram a fragilidade técnica e tática do Brasil.

 

 

 

O que achou Tite:

 

Coletiva do Técnico Tite após o jogo contra Senegal – Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Após o amistoso, o comandante brasileiro reconheceu o desempenho mediano: “Esteve abaixo do seu padrão técnico, do seu normal competitivo. No segundo tempo, foi melhor e conseguiu trazer nossa ideia mais de bola, de troca de passes, circulação. E depois da profundidade, num plano avançado. Aí ela conseguiu. Mas esteve abaixo, sim”, analisou Tite.

 

 

O comandante da Seleção também valorizou a atuação do adversário. “É a segunda vez que jogamos contra a escola africana, e é a segunda vez que temos dificuldade. Foi assim contra Camarões também. São equipes que procuram contato, trazem compactação, bola aérea forte. E a gente está ainda encontrando a melhor forma de jogar contra as equipes africanas”, lembrou.

 

 

Da Redação com base em informações da CBF e FPF