Jogos Pan-americanos Lima 2019 – Triatlo: Dobradinha feminina no triatlo dá as primeiras medalhas para o Brasil no Pan 2019.

Luisa Baptista conquista o ouro e Vittoria Lopes a prata na disputa realizada neste sábado, em Lima – Foto: Alexandre Castelo Branco/COB

 

 

O Brasil conquistou neste sábado, dia 27, as primeiras medalhas nos Jogos Pan-americanos Lima 2019. No triatlo foram três. Na prova feminina, Luisa Baptista e Vittoria Lopes garantiram uma dobradinha para o Time Brasil, respectivamente, com as medalhas de ouro e prata. A terceira colocada foi a mexicana Cecilia Flores. Entre os homens, Manoel Messias ficou com a prata, em uma prova bastante disputada, vencida pelo mexicano Crisanto Valencia. O bronze ficou com o argentino Luciano Taccone.

 

 

“Eu estou muito feliz. É o resultado mais especial que já tive na minha carreira. Estava muito confiante, mas muito nervosa ao mesmo tempo. Sabia que o resultado poderia vir, e tinha que acreditar no trabalho. Não só no trabalho de alguns meses atrás, mas no trabalho de oito anos, quando comecei no triatlo. Que com esse resultado, venham muito mais resultados para o Brasil”, declarou Luisa Baptista logo depois da conquista do ouro.

 

 

Outra brasileira na prova feminina, Beatriz Neres chegou na 11ª colocação, entre 29 competidoras. No masculino, Diogo Sclebin terminou em nono, enquanto Kauê Willy foi o 13º, entre 32 atletas.

 

 

“Me preparei muito bem, fora do Brasil. Fico bem feliz com essa medalha. E ser representante do Brasil com essa medalha fico bem feliz. Percurso bem desafiador. Consegui me posicionar bem. É o meu primeiro Pan, estou muito feliz. Eu sabia que o mexicano estava bem, mérito dele. Foi uma surpresa no início ficar tanta gente junta, mas no final consegui desgarrar na última volta e conquistar a medalha”, afirmou Manoel Messias.

 

 

Luisa fechou a prova em 2h00m55s. Vittoria chegou logo depois, 33s atrás da companheira de equipe. A campeã disse que fez uma prova mais conservadora no ciclismo, para “dar o bote” no fim da prova.

 

 

“O plano A era ir junto com a Vittoria, mas ela estava em um ritmo muito forte. Aí foi a hora do plano B. Eu sabia que se a Vittoria estivesse alguns segundos à frente a gente poderia fazer mais do que uma medalha. Acabei segurando um pouco o ritmo, ficando no grupo, me preservei no ciclismo para ter perna na corrida e poder definir e trazer essa dobradinha para o Brasil”, completou.

 

 

 

Da Redação com informações do COB