Jogos Olímpicos Rio 2016 – Hipismo: Brasil termina competição de saltos por equipe em 5º lugar

Brasil termina competição de saltos por equipe em 5º lugar -  Foto: Getty Images/David Ramos
Brasil termina competição de saltos por equipe em 5º lugar – Foto: Getty Images/David Ramos

 

O hipismo brasileiro terminou em quinto lugar na final dos saltos por equipes dos Jogos Olímpicos Rio 2016, na manhã desta quarta-feira, 17 de agosto, no Estádio Olímpico Equestre de Deodoro. A equipe nacional foi representada pelos conjuntos formados por Álvaro de Miranda Neto, o Doda, e Cornetto K; Pedro Veniss e Quabri de L’isle; e Eduardo Menezes e Quintol, cada um com um obstáculo derrubado, além de uma penalidade de tempo para Pedro, somando 13 pontos perdidos. O quarto cavaleiro, Stephan Barcha, foi desclassificado por uso excessivo de espora no cavalo Landpeter do Feroleto. Com isso, o Brasil entrou na disputa sem direito ao descarte – normalmente quatro conjuntos se apresentam e o de pior resultado é descartado. O ouro foi conquistado pela França; os Estados Unidos ficaram com a prata e Alemanha, com o bronze, depois de um desempate com o Canadá.

 

 

 

“A equipe teve um bom resultado. A gente queria a medalha, mas a sensação é de que cada um fez o melhor. Só que a gente teve a infelicidade de entrar com apenas três conjuntos. Se um de nós tivesse zerado o percurso, teríamos ido para a prova de desempate com Alemanha e Canadá”, avaliou Doda, lembrando que os três cavaleiros se classificaram para a final individual, que acontecerá na sexta-feira, dia 19. Doda terminou na 7ª colocação, com 4 pontos, Pedro Veniss em 13º, com 5 pontos, e Eduardo Menezes em 18º, com 8 pontos.

 

 

 

 

Na final, todos os conjuntos entram em condições iguais, sem ponto perdido. “O que fica de positivo do dia de hoje é que os cavalos saltaram bem, e da maneira que eles saltaram abre-se uma possibilidade real de medalha para qualquer um de nós três”, acredita Doda. Os três elogiaram seus cavalos e se mostraram confiantes para a disputa individual. “Vamos lutar, e muito, por medalha”, disse Pedro.

 

 

 

 

Os torcedores apoiaram os competidores a superar a pista difícil, com obstáculos representando cartões postais brasileiros, como o calçadão de Copacabana. “Levamos a pressão da torcida como uma vantagem. É ótimo saber que noventa por cento dos presentes torcem pela gente”, concluiu Eduardo.

 

 

 
Da Redação com informações provenientes do COB