Jogos Olímpicos Rio 2016 – Brasil fecha primeira fase do Hipismo CCE na nona colocação

Neste domingo, Ruy Fonseca e Marcio Carvalho Jorge entraram na pista para a prova de adestramento - Foto: Richard Juilliart/FEI
Neste domingo, Ruy Fonseca e Marcio Carvalho Jorge entraram na pista para a prova de adestramento – Foto: Richard Juilliart/FEI

Concluindo a primeira parte do triátlon equestre, a equipe brasileira manteve a média das notas no adestramento e subiu uma posição na competição do Concurso Completo de Equitação (CCE) dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Neste domingo, dia 7 de agosto, segundo dia de provas, Ruy Fonseca e Marcio Carvalho Jorge entraram na pista para a apresentação de suas reprises. Nos dois próximos dias serão realizadas as provas de cross contry e saltos, respectivamente. Na terça-feira, dia 9 de agosto, acontecem as disputas por equipe e individual no salto.

Ainda pela manhã, Ruy Fonseca, montando Tom Bombadill, garantiu a nota 46.80, ficando na 26ª posição geral. Marcio Carvalho Jorge, com a égua Lissy Mac Wayer, o último dos 65 conjuntos a entrar na pista, conquistou 50.00 dos juízes, ficando na 44ª posição. Com essa pontuação a equipe brasileira ocupa o nono lugar no ranking da competição.

Dono de duas medalhas nos Jogos Pan-americanos Toronto 2015, prata por equipe e bronze no individual, Ruy destacou a evolução da equipe, e ainda espera recuperar a pontuação nas próximas provas.

“Os resultados estão dentro do nosso objetivo. A prova do adestramento não é a que vai decidir, ainda temos o cross e o salto. Hoje (domingo) estamos a poucos pontos do líder, essa distância já foi bem maior, a equipe evoluiu. Essa diferença aqui significa uns 10 segundos no cross, uma falta na prova do salto. Até a última bandeira do salto, muita coisa muda. Esse é o lance do nosso esporte, você precisa ser completo nas três fases”, comentou Ruy.

Depois de uma prova sem um resultado satisfatório, Marcio Jorge foca nas próximas provas e explica o temperamento da égua. “A minha égua é brava, a gente sabe. Então toda vez que entramos na pista é isso. Ela pode ir muito bem, como pode não ir tão bem, fica irritada. Pode acontecer o que aconteceu, uma pena. Ela estava bem até o meio da prova, mas depois do passo ela ficou brava. E aí qualquer notinha faz a diferença no fim. Agora é ir para o cross amanhã (segunda-feira) e fazer o melhor para recuperar a pontuação”, lamentou Marcio.

Nesta segunda, dia 8, as provas do cross começam as 10h, no Complexo Olímpico de Hipismo. Todos os competidores realizam o percurso no mesmo dia. Entre os brasileiros, Marcio Appel é o primeiro a entrar, seguido por Carlos Paro, Ruy Fonseca e Marcio Carvalho Jorge. Assim como a pontuação do adestramento, a prova de cross conta pontos para a competição por equipe e individual.

Fonte: Confederação Brasileira de Hipismo e Comitê Olímpico do Brasil