Eleições 2016: Vereador reeleito de Bragança Paulista poderá perder futuro mandato devido a Candidatas Laranja na eleição 2016

Eleições 2016
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Possíveis candidatas laranja a vereadora em Bragança Paulista, pelo PSD, poderão levar vereador reeleito a perder sua vaga na Câmara de Bragança para a próxima legislatura de 2017 a 2020, caso sejam comprovadas as irregularidades.

 

 

 

 

Esta situação não é um privilégio só de Bragança acontece em centenas de Municípios pelo Brasil, nestas eleições tivemos 14.417 candidatas a vereadoras que não receberam nem o próprio voto, o que levantou suspeita por parte do Ministério Público Eleitoral, que possa ter ocorrido possíveis fraudes.

 

 

 

 

 

A Ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luciana Lóssio, afirmou que há a necessidade de atuar com rigor para que se cumpra a legislação que prevê a ampliação da participação feminina na política.

 

 

 

 

 

Nicolao Dino, Vice-Procurador-Geral-da-República, enviou orientações aos Procuradores Estaduais que apurem a idoneidade e a veracidade destas candidaturas em todo o Brasil, para isto serão conferidas assinaturas e todos os documentos que constam no processo de Registro de cada candidatura suspeita.

 

 

 

 

 

Caso seja comprovada a fraude eleitoral, os responsáveis serão denunciados pelo crime de falsidade ideológica eleitoral, e ocorrerá a impugnação do mandato eletivo contra os candidatos homens da legenda que se beneficiaram com a ilegalidade.

 

 

 

 

 

O PSD em Bragança elegeu dois vereadores, sendo uma mulher, Fabiana Alessandri, que está isenta de punição, caso seja realmente comprovada que houve algum tipo de fraude, pois sua candidatura não se beneficiou de tal esquema. O outro vereador que foi reeleito para seu segundo mandato na Câmara Municipal de Bragança Paulista pelo PSD foi o Sindicalista Antônio Carlos Nunes de Matos, mais conhecido como Bugalu.

 

 

 

 

 

As candidatas a vereadoras que estão sendo investigadas, e que não receberam nem o próprio foto são as ex-funcionária da Câmara Municipal de Bragança, Eliana Santos e Valquíria Oliveira.

 

eliana

 

 

 

valquiria

 

 

Alguns advogados consultados pela redação, que atuam na área eleitoral, informaram que tal apuração é algo inerente e comum a democracia Brasileira, mas que dificilmente se consegue provar que um partido inscreveu o nº “x” de mulheres em sua legenda para apenas cumprir a Lei, pois em uma democracia a candidata a vereança não é obrigada a fazer campanha, nem mesmo votar em si, pois ela pode alegar que após a efetivação de sua candidatura, ela não se achou preparada para tal cargo, ou que apenas desistiu, entre outras inúmeras situações.

 

 

Da Redação