Bragança Paulista: Prefeitura de Bragança promoveu semana da luta antimanicomial

Prefeitura de Bragança promoveu semana da luta antimanicomial

 

A Prefeitura da Estância de Bragança Paulista, por meio da Secretaria de Saúde, Centro de Atenção Psicossocial II, realizou a semana da luta antimanicomial com uma série de atividades.
 

 

 

Segunda-feira, 15, houve a tarde de beleza para mulheres e terça, 16, para os homens. Quarta-feira eles tiveram à tarde de cinema com pipoca e na quinta-feira, Dia Nacional da Luta Antimanicomial, puderam desfrutar de algumas ações como alongamento, canto e dança, roda de música, almoço, psicodrama, além de contar com uma barraca de exposição e vendas de artesanatos confeccionados pelos pacientes, na Praça Raul Leme.

 

 

 

 
A Secretária de Saúde, Marina de Oliveira, também esteve presente no evento, realizado em parceria com a Biotec, para aferição de pressão arterial e glicemia capilar. Para encerrar, será feito nesta sexta-feira um baile dos anos 80 no período da tarde no CAPS II.
 

 

 

“O evento foi um sucesso! Vimos através do sorriso o brilho no olhar dos nossos pacientes. Tudo o que fazemos de coração vale à pena. Queremos dar mais dignidade a essas pessoas que são tão excluídas pela sociedade” disse a enfermeira Cilene.
 

CAPS

 

 

O CAPS é uma instituição destinada a colher os pacientes com transtornos mentais graves e persistentes estimulando sua integração social e familiar. Oferecem apoio pelas iniciativas de busca de autonomia e atendimento multidisciplinar (grupos e oficinas terapêuticas, visitas domiciliares, medicações entre outras).

 

 

 

 

 
O movimento é caracterizado pela luta dos direitos das pessoas com sofrimento mental. Dentro dela está o combate a ideia de que se deve isolar essas pessoas em nome de falsos tratamentos, baseada apenas nos preconceitos que cercam a doença mental. Além de lembrar que todos têm o direito à vida em sociedade, de receber cuidados e tratamento sem abrir mão de seu lugar como cidadão. Uma das metas é a substituição progressiva dos hospitais psiquiátricos tradicionais, por serviços abertos de tratamento como o CAPS.

 

 

 

 
Da Redação com informações provenientes da DIMP/BP