Bragança Paulista – Política: Prefeitura de Bragança oferece serviço de Equoterapia a pessoas com deficiência e necessidades especiais

Prefeitura de Bragança oferece serviço de Equoterapia a pessoas com deficiência e necessidades especiais

 

 

A Prefeitura da Estância de Bragança Paulista, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, oferece serviços de Equoterapia a pessoas com deficiência e necessidades especiais.

 

 

Para participar o usuário deve ter encaminhamento e laudo médico explicando a necessidade do atendimento, seja por alguma deficiência ou a fim de reabilitação. Logo após, ele deve ir até ao Parque de Exposições Dr. Fernando Costa (Posto de Monta), onde é feito o cadastro. Também é solicitado comprovante de residência, declaração escolar (para estudantes) e lista de medicamentos, aos que utilizam.

 

 

O trabalho é desenvolvido de segunda a sexta-feira. Na segunda é realizado treinamento dos animais, banho e manutenção dos equipamentos e no restante da semana acontecem três atendimentos no período da manhã e três à tarde, com duração de 50 minutos, com intervalos entre uma sessão e outra.

 

 

“Toda criança que chega para o atendimento cumprimenta todos os animais, escovam os cavalos e seguem para a sessão de montaria. Na volta, guardam os materiais e se despedem. Há um processo tanto de manejo (cuidado com o animal) quanto na montaria” falou Flora Sampaio, Psicóloga da Equoterapia.

 

 

No município, a equipe é formada por duas psicólogas e três fisioterapeutas. Para a Equoterapia é recomendado que se tenha uma equipe multidisciplinar para abranger todas as áreas que o praticante de Equoterapia precisa para seu desenvolvimento.

 

 

A Secretária Municipal de Saúde, Marina de Oliveira esteve visitando o espaço e conversou com os funcionários e usuários. “A equoterapia é uma forma de reabilitação, segura e eficaz, para crianças com necessidades especiais. Ajuda na reabilitação física, mas principalmente no estímulo à linguagem, percepção visual e auditiva, contribui para diminuição da agressividade e torna a criança mais sociável”, concluiu.

 

 

 

Da Redação com informações provenientes do DIMP/BP