Bragança Paulista – Política: Enchentes em Bragança Paulista um problema recorrente e sua provável solução é constantemente usada como bandeira eleitoral.

Enchentes em Bragança Paulista um problema recorrente e sua provável solução é constantemente usada como bandeira eleitoral. – Imagem: Facebook

 

 

Neste domingo (25) tivemos novamente mais um triste capítulo na novela das enchentes em Bragança Paulista, com alagamento de pontos cruciais para a mobilidade urbana.

 

 

Falar em enchente em certas áreas de Bragança Paulista e colocar a culpa no alto índice de precipitação em pouco tempo é uma desculpa que é usada pelas administrações a pelo menos a três décadas.

 

 

 

Muitas ações paliativas foram realizadas e consumiram recursos valiosos e que não  resolveram a questão, e em muitos casos até piorou, como a impermeabilização do solo e ou a canalização de ribeirões, sem a construção de áreas de escapes (piscinões) e que promoveram a  piora da situação com a criação de  verdadeiros gargalos, principalmente na região do Bairro do Lavapés, entre outras regiões.

 

Enchentes em Bragança causam prejuízos a comerciantes e moradores, e solução está longe de ocorrer. – Imagem: Facebook

 

 

As enchentes causam problemas na mobilidade urbana, além de prejuízos a comerciantes e moradores destas áreas, que arcam com os prejuízos e não  vem o retorno satisfatório do dinheiro de seus impostos.

 

Águas das enchentes causam prejuízos a décadas em Bragança Paulista. – Imagem: Facebook

 

 

As enchentes em Bragança Paulista, como outras questões de interesse público e que afetam o bem estar da população, são usadas constantemente pelos marqueteiros em eleições como bandeiras e metas a serem resolvidas, mas entra e saí administrações municipais, e nada acontece.

 

 

 

Desculpas recorrentes como a falta de recursos, ou entraves com o setor do meio ambiente, são normais nas últimas décadas, anúncios de projetos e a provável vinda de auxílio financeiro são normalmente estampados na mídia local, mas que não saem efetivamente do papel, e enquanto isto quem sofre é a população.

 

 

 

 

Da Redação