ONU Mulheres destaca o legado de Therezinha Zerbini pela redemocratização e pelos direitos das mulheres no Brasil.

Therezinha Zerbini, ícone do processo de redemocratização do Brasil. Foto: divulgação
Therezinha Zerbini, ícone do processo de redemocratização do Brasil. Foto: divulgação

 

Fundadora do Movimento Feminino pela Anistia, ativista é reconhecida por sua atuação política pela redemocratização e pelos direitos das mulheres.

 

 

“Uma brasileira corajosa e determinada a reconstruir a democracia e a se colocar a serviço dos direitos das mulheres”, disse a representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman, sobre a trajetória de Therezinha Zerbini. Ela faleceu no sábado (14), aos 87 anos, na cidade de São Paulo.

 

 

Assistente social e advogada, Therezinha foi presa pela ditadura militar e liderou o Movimento Feminino pela Anistia, em 1975. A iniciativa se opunha a torturas e prisões e era a favor da anistia a presas e presos políticos.

 

 

“Ela foi uma mulher aguerrida que ousou transformar um contexto político adverso por acreditar numa sociedade democrática e livre. Atuou com obstinação, influindo politicamente na sociedade pela mobilização de milhares de pessoas. São legados preciosos para a história do Brasil e para os movimentos feminista e de mulheres”, destacou Nadine.

 

 

“A familiares, amigas e amigos, a ONU Mulheres se solidariza com o momento de pesar”, completou a representante.

 

 
Da Redação com informações da ONU