Nacional: Governador Geraldo Alckmin inicia obras da linha 6-Laranja do Metrô que liga região nordeste ao centro de SP

O governador Geraldo Alckmin durante início das obras de escavação do VSE Tietê (poço de ventilação) da Linha 6-Laranja do Metrô, que ligará a região noroeste da cidade ao centro (Brasilândia - São Joaquim). Data: 13/04/2015. Local: São Paulo/SP.  Foto: Edson Lopes Jr/A2AD
O governador Geraldo Alckmin durante início das obras de escavação do VSE Tietê (poço de ventilação) da Linha 6-Laranja do Metrô, que ligará a região noroeste da cidade ao centro (Brasilândia – São Joaquim). Data: 13/04/2015. Local: São Paulo/SP.
Foto: Edson Lopes Jr/A2AD

 

O governador Geraldo Alckmin iniciou hoje (13) as obras de escavação do poço de ventilação da Linha 6-Laranja do Metrô, que ligará a região nordeste da cidade ao centro (Brasilândia-São Joaquim). A escavação começa na Avenida Otaviano Alves de Lima, na Freguesia do Ó, zona norte da capital. As obras serão executadas pela Concessionária Move São Paulo, responsável pela construção, operação e manutenção da linha. O valor do contrato para a construção dessa etapa é R$ 9,6 bilhões.

 

Linha 6-Laranja do Metrô, que ligará a região noroeste da cidade ao centro (Brasilândia - São Joaquim). Data: 13/04/2015. Local: São Paulo/SP.
Linha 6-Laranja do Metrô, que ligará a região noroeste da cidade ao centro (Brasilândia – São Joaquim). Data: 13/04/2015. Local: São Paulo/SP.

 

 

A construção da Linha 6-Laranja do Metrô será feita nos moldes de Parceria Público-Privada (PPP) e a previsão de entrega é em 2020. Serão 15,3 quilômetros subterrâneos, com 15 estações e quatro pontos de conexão com a rede de metrô e trem. Dois dos conhecidos tatuzões – escavadeira feita para construir parte do túnel por onde passarão os trens do metrô – partirão em direções diferentes a partir da escavação da Freguesia do Ó. Serão 32 frentes de trabalho, divididas em 15 estações, 17 postos de ventilação e um pátio de trens.

 

 

De acordo com o governador, metade dos investimentos ficará por conta do governo estadual. “Já pagamos R$ 500 milhões em desapropriações. Já estamos com 705 desapropriações concluídas. A obra tem início hoje e tem que estar operando em 2020 e não pode ser entregue em partes. A capacidade será de transportar 650 mil passageiros por dia. Será uma linha integradora, com duas linhas de metrô e duas de trem”.

 

 

Pouco antes do início do evento, um grupo de professores da rede estadual, em greve há um mês, fizeram um protesto em frente ao canteiro de obras do Metrô, na Freguesia do Ó. Eles reivindicaram ao governador que reabrisse as negociações com a categoria. Os professores entregaram a pauta de reivindicações ao governador que prometeu ler os itens.

 

 

 

“Nos últimos quatro anos tivemos 45% de reajuste para uma inflação de 24% e vamos manter esses ganhos reais. O último aumento foi em agosto e não completou nem um ano. A greve é mais dos temporários e temos boas notícias para eles. Contratamos 7 mil professores efetivos que vão tomar posse até o meio do ano. Abrimos concurso para outros 38 mil professores efetivos”.

 

 

 

Perguntado sobre o estado passar por uma epidemia de dengue, Alckmin evitou usar o termo ao falar do problema. “Quero destacar que não há vacina nem tratamento. Só há um caminho que é combater o mosquito, que é o agente transmissor. Oitenta por cento dos casos de proliferação se dá dentro das casas e aí precisamos da colaboração da população. O conceito de epidemia cabe à Sucen [Superintendência de Controle de Endemias] avaliar”, disse.

 

 

 
Da Redação com informações provenientes da Agência Brasil e Gov. SP.