Crise Econômica Brasileira: Desemprego é maior entre as faixas etárias de 14 a 24 anos e acima dos 60 anos

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Desemprego

 

 

 

O nível da ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) no Brasil, no 1º trimestre de 2015, foi estimado em 56,2%. Este indicador apresentou variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior, quando era 56,9% e também em comparação com igual trimestre de 2014 (56,8%). As regiões Sul (60,6%) e Centro-Oeste (60,3%) apresentaram os maiores percentuais. A região Nordeste apresentou o menor nível da ocupação (51,4%).

 

 

No 1º trimestre de 2015, o nível da ocupação dos homens foi estimado em 67,4% e o das mulheres, em 45,9%. Este comportamento diferenciado deste indicador foi verificado nas cinco grandes regiões, com destaque para a Norte, onde a diferença entre homens e mulheres foi a maior (69,5% para homens e 42,8% para mulheres), e a Sul com a menor diferença (70,5% para homens e 51,3% para mulheres).

 

 

 

No 1º trimestre de 2015, o nível da ocupação do grupo etário de 25 a 39 anos foi estimado em 74,9%, enquanto que, para o grupo etário de 40 a 59 anos, em 69,3%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, esta estimativa era 56,0%. Entre os menores de idade, de 14 a 17 anos, esta estimativa foi 15,4%, enquanto entre os idosos (60 anos ou mais), 22,0%.

 

 

 

Nos grupos com níveis de instrução mais altos, o nível da ocupação era mais elevado. No 1º trimestre de 2015, 30,9% das pessoas sem nenhuma instrução estava trabalhando. No grupo das pessoas com nível superior completo, o nível da ocupação chegou a 78,6%.

 

 

As mulheres eram maioria na população fora da força de trabalho, representando 65,9% no 1º trimestre de 2015. Cerca de 34,9% da população fora da força de trabalho era composta por idosos (pessoas com 60 anos ou mais de idade). Aqueles com menos de 25 anos de idade somavam 28,6% e os adultos, com idade de 25 a 59 anos, representavam 36,6%. No 1º trimestre de 2015, mais da metade desta população (52,6%) não tinha concluído o ensino fundamental e pouco menos de um quarto tinha concluído pelo menos o ensino médio (26,1%).

 
Da Redação com informações do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística