Internacional: O escritório Federal de Tráfego Aéreo Alemão acusa a Lufthansa de não informar os problemas mentais do copiloto Andreas Lubitz.

Namorada do Copiloto do AirBus A320 da Germanwings revelou que ele tinha rompantes de fúria e pesadelos com o avião caindo.
Copiloto do Airbus A320 da companhia aérea Germanwings recebeu tratamento por tendências suicidas

 

O escritório Federal de Tráfego Aéreo Alemão (LBA) acusa a Lufthansa  que é a empresa matriz responsável pela  Germanwings de não informar os problemas mentais do copiloto Andreas Lubitz, que supostamente teria derrubado o avião de propósito, por sua vez a empresa nega ter ocultado informações às autoridades.

 

 

O jornal Welt am Sonntag publicou em sua edição de domingo que a Lufthansa se omitido à sua obrigação de informar da “depressão grave” que o próprio Andreas comunicou à companhia em 2009, e o agravante é que desde de 2013 vigora uma normativa europeia que obriga que doenças graves sejam informadas, incluindo a depressão.

 

 

Médicos ligados a  Lufthansa examinaram duas vezes o copiloto Lubitz,  que tinha sido tratado anos atrás de “tendências suicidas”, conforme informou na passada semana a Promotoria de Düsseldorf.

 

 

A LBA confirma que não teve “nenhuma informação sobre a situação médica de Lubitz” até 27 de março de 2015, ou seja, três dias depois da catástrofe aérea acontecida nos Alpes franceses, conforme afirmou o jornal Alemão em sua edição dominical.

 

 

 

Através de um porta-voz a empresa aérea alemã respondeu que:  “A Lufthansa cumpre com suas obrigações de informação em relação à LBA”, respondeu um porta-voz da companhia.

 

 

 

 

Da Redação com informações de Agências Internacionais