Internacional: Conselho de Segurança condena ataque terrorista a museu na Tunísia

O Museu Bardo, em Túnis, durante restauração e renovação em junho de 2010. Foto: Banco Mundial/Dana Smillie
O Museu Bardo, em Túnis, durante restauração e renovação em junho de 2010. Foto: Banco Mundial/Dana Smillie

 

Os integrantes do Conselho de Segurança conderam de forma veemente o ataque terrorista ao Museu Bardo, em Túnis, capital da Tunísia, nesta quarta-feira.

 

 
Segundo agências de notícias, pelo menos 23 pessoas morreram, incluindo 20 turistas estrangeiros.

 

 

Desenvolvimento

 

 

 

O órgão destacou a necessidade de levar os autores, organizadores e financiadores dos “repreensíveis” atos de “terrorismo” à justiça e apelou a todos os Estados que cooperem com as autoridades tunisianas.

 

 

 

Os membros do Conselho também ressaltaram que nenhum “ataque terrorista pode reverter o caminho da Tunísia em direção à democracia e todas as ações direcionadas à recuperação econômica e desenvolvimento”.

 

 

 

Os integrantes reafirmaram ser preciso combater de todas as formas, de acordo com a Carta das Nações Unidas, ameaças à paz e segurança internacionais causadas por atos terroristas.

 

 
Injustificável

 

 
O órgão afirmou ainda de qualquer ato de terrorismo é “criminoso e injustificável”, independente de sua motivação. Os integrantes também enviaram pêsames às famílias das vítimas e ao governo da Tunísia e outros que perderam cidadãos no ataque.

 

 
A chefe da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, também condenou o ataque. Irina Bokova falou do atentado durante reunião com o presidente francês François Hollande, no museu do Louvre, em Paris.

 

 
Os dois líderes estavam falando à imprensa sobre a destruição de patrimônio cultural por grupos extremistas.

 

 
Diálogo

 

 
Segundo a chefe da Unesco, o Museu Bardo é um local “aberto a todos” e “aberto a descoberta e diálogo entre culturas”.

 

 
Bokova declarou ainda que este “ato covarde” é uma negação desses princípios e deve unir mais as pessoas no “combate ao extremismo”.

 

 

Da Redação com informações da Rádio ONU de Nova York